Quenianos dominam Maratona do Rio de Janeiro

Os quenianos dominaram a Maratona do Rio de Janeiro, que, este ano, comemorou 15 edições com a participação de 33 milatletas. Os vencedores no masculino e no feminino foram, respetivamente, Godfrey Kipkosgey Kosgey e Ednah Mukhwana. Mas a verdade é que os atletas brasileiros não se saíram mal na prova…

 

Num evento que contou com 33 mil atletas, 11500 na Maratona, Mukhwana registou 2h38m34 e alcançou a sua segunda vitória na prova (a primeira foi em 2014, com o tempo de 2h40m36), enquanto Kosgey, que fez a sua estreia na prova, correu a distância em 2h17m41. No final, o queniano referiu que a prova foi «dura», mas «o percurso compensava as dificuldades».

A temperatura da Maratona do Rio de Janeiro rondou os 30 graus e dificultou em muito o rendimento dos atletas. No entanto, a verdade é que os brasileiros corresponderam e alcançaram, por exemplo, as segundas posições, tanto no feminino como no masculino, concretamente Mirela Saturnino de Andrade (2h39m02) e Edmilson dos Reis Santana (2h21m01), repetivamente. Nos últimos degraus do pódio ficaram também dois brasileiros: Priscila Lorchima (2h42m29), vencedora em 2016, e Antonio Wilson Lima (2h22m33).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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