Paul Lonyangata repete o feito de 2017 e vence a Maratona de Paris

O queniano Paul Lonyangata venceu a 42.ª Maratona de Paris, repetindo o feito de 2017. No feminino, nova vitória do país africano, com Saina Betsy.

 

Numa prova bastante competitiva, com os homens a “apanharem” a prova feminina no quilómetro 40, Paul Lonyangata foi o mais forte, terminando a prova com o tempo de 2h06m25, superando os compatriotas Mathew Kisorio (2h06m36) e Ernest Ngeno (2h06m41).

«Foi uma prova bastante dura, mas com um percurso magnífico», afirmou Lonyangata, que, no ano passado, ganhou com o tempo de 2h06m10. Recorde-se que o queniano ganhou a Maratona de Lisboa em 2013 e que, em 2017, dividiu o pódio da prova gaulesa com a companheira, Purity Rionoripo, que venceu a corrida feminina com o tempo de 2h20m55, atual recorde da prova (no masculino, a marca pertence ao etíope Kenenisa Bekele, com 2h05m02, alcançada em 2014).

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Este ano, a vencedora no feminino foi Besty Saina, com 2h22m56. No final, a a também queniana admitiu que aproveitou a “boleia” de Lonyangata para fugir às suas adversárias, concretamente a compatriota Ruth Chepngetich, segunda com 2h22m59, e a etíope Gulume Chala, com 2h23m06.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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