Ninja Yuki Kawauchi termina a Meia-maratona de Kuki

Correndo na sua cidade natal, Yuki Kawauchi terminou a Meia-maratona de Kuki na terceira posição. Ídolo local, o nipónico correu este ano com um fato… Ninja!

 

Depois de correr a Meia-maratona de Kuki vestido de executivo em 2016 (1h06m42, terceira posição), de corredor em 2017 (1h05m03, primeiro colocado) e de urso panda no ano passado (1h10m03, segundo), Yuki Kawauchi correu a prova da sua cidade fantasiado de ninja, para gáudio dos seus admiradores.

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Num forte sprint com o segundo colocado nos metros finais, o nipónico, o corredor amador mais conhecido do Mundo (deixará de ser amador nos próximos meses), concluiu a prova com o tempo de 1h08m52.

Meia-maratona de Kuki serviu de preparação para o ninja Yuki Kawauchi 

A edição deste ano da Meia-maratona de Kuki serviu de preparação para a Maratona de Boston, agendada para o dia 15 de abril. Recorde-se que Yuki Kawauchi vai defender o título conquistado no ano passado, quando surpreendentemente ganhou uma das provas mais emblemáticas do Atletismo mundial.

Recentemente, o japonês alcançou o seu melhor tempo dos últimos 20 meses nos 42,195 km, uma boa perspetiva para a prova norte-americana.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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