Mónica Silva na sétima posição na Meia-maratona de Doha

A portuguesa Mónica Silva alcançou o sétimo lugar na Meia-maratona de Doha, que ficou marcada pela ausência de Mo Farah na prova masculina.

 

A vencedora da Meia-maratona de Doha foi a norte-americana Allie Kiefer, com o tempo de 1h10m40, sendo perseguida pela britânica Gemma Steele (1h12m37) e a queniana Faith Chepkoech (1h12m44). Mónica Silva cortou a meta com 1h16m10.

Na prova masculina, o grande ausente foi Mo Farah, bicampeão olímpico dos 5000 e 10000 metros. O britânico, principal nome da prova, sentiu problemas físicos e frustrou o público, organizadores e os próprios atletas, como a própria Mónica Silva, que foi bastante procurada na véspera da corrida no contacto com os admiradores da prova. Farah, recordista europeu em meia-maratona, estava em Doha tendo em vista a sua preparação para a Maratona de Londres, em abril. Antes, correrá ainda a primeira edição da Meia-maratona da capital britânica, em março.

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A Meia-maratona de Doha foi ganha pelo queniano Alex Kibet (01h01m53), menos 13 segundos do que o compatriota Benard Korir. No último lugar do pódio ficou o britânico Chris Thompson (1h03m03).

Na Maratona, os vencedores foram dois quenianos, Chebii Collins Kiptarus (2h16m22) e Nancy Joan Rotich (2h46m24). Enquanto na corrida masculina a diferença entre o primeiro e o segundo (Henry Kipsang) foi de cerca de 4 minutos (2h20m33), na prova feminina a segunda colocada, a finlandesa Pia Sundstedt chegou com o registo de 3h25m56…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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