Molly Huddle estabelece o novo recorde da Meia-maratona dos Estados Unidos

Após 12 anos, finalmente o recorde feminino da Meia-maratona dos Estados Unidos foi superado, concretamente por Molly Huddle, que alcançou o tempo na Houston Marathon. Mas também superou os recordes das 10 milhas e dos 20 km…

 

Huddle, que tinha como melhor marca 1h07m41, registou o tempo de 1h07m25, terminando a prova na sétima posição. Com este registo, a norte-americana superou o recorde de Deena Kastor por nove segundos, uma marca alcançada em 2006. A própria ex-recordista da Meia-maratona dos Estados Unidos felicitou o feito de Huddle.

Huddle admitiu que aproveitou a “boleia” dos homens para ser «arrastada» para o recorde.

«Fui definitivamente “arrastada”, já que corremos ao mesmo tempo com os homens. Esta foi uma grande oportunidade. Acabei de lembrar que a Meia-maratona de Houston deve ser uma das corridas mais rápidas do país para as mulheres. É uma sorte estar nesta corrida e apta a correr, é algo incrível.»

A norte-americana registou na mesma prova novos registos dos seu pais nas 10 milhas (50m52) e nos 20 quilómetros (1h03m48). 

A vitória na corrida foi alcançado pela etíope Ruti Aga, com o tempo de 1h06m39. De referir que a sua marca pessoal, antes da prova, era de 1h08m07. Atrás ficaram Caroline Chepkoech, com 1h06m48, e Mary Wacera, com 1h06m50.

«Estou bastante satisfeita com esta marca. No futuro espero fazer melhor», afirmou Aga.

Outros resultados:

Maratona masculina
Bazu Worku (ETH), 2h08m30
Yitayal Atnafu (ETH), 02h09m07
Elisha Barno (KEN), 2h09m32

Maratona feminina
Biruktayit Degefa (ETH), 2h24m51
Belaynesh Oljira (ETH), 2h24m57
Melesech Tsegaye Beyene (ETH), 2h27m21

Meia-maratona masculina
Jake Robertson (NZL), 1h00m01
Guye Adola Idemo (ETH), 1h00m15
Feyisa Lilesa (ETH), 1h00m20

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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