Bruno Paixão e Filomena Costa foram os melhores portugueses na Meia-maratona de Lisboa

Bruno Paixão (Beja Atlético Clube), no 22.º lugar, e Filomena Costa (Associação Jardim da Serra), na 10.º posição, foram os melhores portugueses na 28.ª edição da Meia-maratona de Lisboa.

 

«É sempre um orgulho estar presente nesta Meia-maratona. Para mim foi um objetivo cumprido: o objetivo hoje era ser o melhor português. Esforcei-me, tentei ter um ritmo forte. Vi que não tinha pedalada para os quenianos, mas tentei chegar com um tempo razoável. Não foi possível devido às condições, mas estou de parabéns. Foi um dia excelente», afirmou Paixão, de 33 anos, que terminou a prova em 1h07m17.

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Já Filomena Costa alcançou um honroso Top 10, fruto do tempo 1h16m43. O vento também foi um adversário da portuguesa.

“Não me lembro de ter corrido uma prova assim. Senti-me bem, mas sabia que não podia arriscar. Com o vento ficou tudo alterado. É um orgulho este resultado. É a primeira vez que sou a primeira portuguesa e, apesar do vento, estou muito contente.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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