Meia-maratona de Lisboa também vai terminar na Praça do Comércio

Como acontecerá com a Maratona de Lisboa, também a Meia-maratona de Lisboa terminará na Praça do Comércio. As duas provas decorrerão no dia 15 de outubro.

 

Com a mesma largada, mas com um final diferente. Assim será a Meia-maratona de Lisboa, que terá a sua partida na Ponte Vasco da Gama e a sua chegada no Terreiro do Paço (anteriormente era o Parque das Nações).

«A prova vai entrar pelo centro de Lisboa, passando pelo Marquês de Pombal para terminar junto ao Arco da Rua Augusta. O anterior percurso era mais maçador», afirmou o presidente do Maratona Clube de Portugal na apresentação oficial da corrida.

Como acontece com a Maratona (leia aqui), o grande objetivo de Carlos Móia é superar os recordes da distância. Para isso, nada melhor do que contar com a atual campeã mundial da Maratona, Rosa Chelimo, do Bahrein, o principal nome da 18.ª edição ed vencedora da Meia-maratona em 2015. Na prova feminina, destaque ainda para os nomes da queniana Ruth Chepngetich e da etíope Genet Yalew. Nota ainda para a presença das portuguesas Sara Moreira e Joana Costa.

A prova masculina também terá grandes nomes. O objetivo é correr a distância em menos de uma hora. O queniano Alex Korio e os etíopes Lelisa Desisa e Imane Merga são os principais nomes da corrida, todos os três com tempos inferiores a 60 minutos. Por Portugal, nota para as presenças de Rui Silva, Samuel Barata e Hermano Ferreira.

Até ao momento, a Meia-maratona apresenta 16 mil inscritos, menos mil para atingir o limite da corrida.

 

PRETENDE CORRER A…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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