Caos na Meia-maratona de Copenhaga

A Meia-maratona de Copenhaga ficou marcada pela excelente marca de Abraham Cheroben, que alcançou o quarto tempo de sempre na distância. No entanto, a corrida foi um verdadeiro caos para muitos corredores…

 

Devido a uma forte e inesperada tempestade, a Meia-maratona de Copenhaga não terminou para muitas pessoas, já que a organização foi obrigada a cancelar a determinado momento a prova devido a chuva que caiu na cidade, que alagou as ruas da capital da Dinamarca, inutilizando os instrumentos e as medições dos tempos dos organizadores da Meia-maratona.

 

Devido a confusão instaurada, onde é possível ver na zona da meta uma espécie de “rio” no meio da rua e parte do tapete de cronometragem desfeito, muitos participantes da prova não conseguiram finalizar a corrida (e outros não souberam o seu tempo final), sendo notório a frustração de muitos, após meses de preparação.

 

 

 

Recorde-se que prova ficou marcada pelo tempo de Abraham Cheroben, que já olha o recorde do Mundo da Meia-maratona. No total, sete corredores correram abaixo dos 60 minutos, numa prova de uma elevada qualidade competitiva e técnica (leia aqui). No entanto, apenas para a elite, já que o corredor anónimo acabou por ser “agraciado” com um verdadeiro temporal…

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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