Maratona de Veneza meteu literalmente… água

A Maratona de Veneza voltou a ser notícia. Se, em 2017, houve erro de percurso por parte dos organizadores, desta vez foi a forte chuva que marcou a edição, obrigando os atletas a correrem “sobre” a água.

 

No masculino, o vencedor da Maratona de Veneza foi o queniano Ayenew Gebre, com 2h13m22 (2h09m00 como melhor tempo pessoal); no feminino, vitória para a queniana Angela Jemesunde Tanui, com 2h31m 29 (2h26m31). Ambos foram os primeiros a superar a complicada situação climatérica que assolou a prova, que foi realizada debaixo de uma intensa chuva e ruas cheias de água.

 

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De referir que a organização alterou o percurso final da prova por causa do risco das subidas de água na celebérrima Praça de São Marcos. Tudo devido ao efeito “acqua alta”, a maré alta que ocorre no Mar do Norte Adriático.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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