Maratona de Valência sonha com prova abaixo das 2h06

A organização da Maratona de Valência, no próximo domingo, pretende baixar o melhor tempo da prova, que é a mais rápida de Espanha na distância. A elite masculina conta com grandes nomes para isso. Recorde-se que a corrida é a única Gold Label Road Race, principal distinção da IAAF, em Espanha.

 

Após o recorde do Mundo feminino na Meia-maratona, Valência sonha em baixar os melhores tempos na Maratona. A cidade já ostenta os melhores tempos da distância em Espanha, mas os organizadores pretendem provar que o trajeto é ideal para todos alcançarem recordes pessoais.

Um novo recorde procura-se na Maratona de Valência
Um novo recorde procura-se na Maratona de Valência

Para isso, no domingo, teremos na prova os quenianos Emmanuel Mutai (2h03m13), Sammy Kitwara (2h04m28), Bernard Koech (2h04m53), Evans Kiplagat Chebet (2h05m31), Eliud Kiptanui (2h05m21) e os etíopes Aberu Kuma Lema (2h05m56) e Deribe Robi Melka (2h05m58).

Ou seja, sete atletas abaixo das 2h06, o que comprova a competitividade que deveremos ter no domingo, tudo com o objetivo de superar a marca de John Nzau Mwangangi em 2015, concretamente de 2h06m13. Nota também para a presença do vencedor da prova anterior, Victor Kipchirchir (2h07m39).

 

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Já a elite feminina, com um cartaz de menor qualidade, conta como principal favorita a bielorrussa Mazuronak Volha, que apresenta como melhor tempo 2h23m54, registo alcançado em Londres 2016. Saliência ainda para a presença da portuguesa Sara Moreira, com 2h24m49 (Praga 2015), que também vai procurar superar o recorde de Valary Jemeli Aiyabei, de 2h24m48, alcançado no ano passado. Outra atleta nacional é Mónica Silva, que tem como melhor tempo 2h34m02 (Hamburgo 2015).

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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