Quenianos dominam Maratona de São Paulo mas recorde é ainda brasileiro

Os quenianos Paul Kimutai, vencedor em 2016, e Leah Jerotich foram os vencedores da Maratona de São Paulo, embora não tenham alcançado o objetivo de superarem o recorde da prova.

 

A prova contou com 18 mil atletas e Quénia conquistou pela quarta vez consecutiva a vitória na prova masculina, a terceira na feminina.

Paul Kimutai assumiu a liderança da corrida e registou o tempo de 2h17m56, superando os brasileiros Edson Amaro Arruda dos Santos (2h21m40) e Franck Caldeira de Almeirda (2h21m53).

No feminino, Leah Jerotich dominou por completo na sua estreia na prova, alcançando o triunfo com o tempo de 2h41m58. O triunfo começou logo no 20.º quilómetro, quando assumiu a liderança isolada da corrida. Atrás ficaram 2Priscilla Lorchima (2h51m04) e Christine Chepkemei (2h52m33). A primeira brasileira foi Marizete Moreira dos Santos (2h55m51), quarta colocada.

LEIA TAMBÉM
Casal queniano vence Maratona de Paris

Apesar do domínio dos quenianos, o recorde masculino da Maratona de São Paulo continua na posse de um brasileiro: Vanderlei Cordeiro de Lima (2h11m19, em 2002). No feminino, o registo está na posse da queniana Rumokol Chepkanan (2h31m21).

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos