Primeiras colocadas da Maratona de Saitama com tempos anulados devido a erro da organização

Em novembro, num sprint de “loucos”, a queniana Flomena Cheyech Daniel derrotou Shitaye Habtegebrel, do Bahrein, na Maratona de Saitama, conquistando a sua segunda vitória na prova. Todavia, cerca de um mês depois, a organização revelou que os tempos das duas atletas foram anulados.

 

Flomena Cheyech ganhou a Maratona de Saitama com o tempo de 2h28m39, menos três segundos que Habtegebrel, numa prova que encantou o público e a organização. No entanto, tudo foi em vão, já que, para o livro da história da prova, o que ficará anotado é ambos os tempos serem anulados devido a um erro dos oficiais da corrida, que encaminharam as duas corredoras por um caminho errado na parte final da corrida, concretamente pelo lado direito em vez do lado esquerdo, onde estava localizada a linha da meta.

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Apesar de, na altura, o diretor executivo da JAAF, Mitsugi Ogata, ter revelado que o erro da organização não teria consequências, já que as atletas não tinham retirado nenhuma vantagem em termos de distância, agora os organizadores da Maratona de Saitama decidiram anular o tempo de Cheyech e Habtegebrel, revelando que ambas não tinham corrido a distância oficial.

Apesar disso, de referir que os resultados desportivos alcançados por Cheyech e Habtegebrel foram mantidos, ou seja, vitória para a queniana e segunda colocação para Habtegebrel.

Veja o erro da organização a partir das 2h13m05

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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