Patinadora artística e corredor dos 800 e 1500m falham objetivos na Maratona de Honolulu

A recente Maratona de Honolulu ficou marcada com a participação de atletas de outras modalidades ou de distâncias menores, como foram os casos de Mao Asada, da patinagem artística, e Nick Symmonds, dos 800 e 1500 metros, ambos atletas olímpicos.

Mao Asada, que venceu, entre outros títulos, a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Vancouver, em 2010, e os títulos mundiais em 2008, 2010 e 2014, terminou a Honolulu Marathon em 4h34m13. A nipónica, que anunciou o fim da sua carreira em abril último, tinha como objetivo terminar a prova em 4h30. Todavia, conseguiu ser mais rápida que a sua irmã mais velha, Mai, que correu a Maratona de Nagoya em cerca de 5h00, em 2013.

 

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Já Nick Symmonds, que participou em dois Jogos Olímpicos (Pequim2008 e Londres2012) mas sem nunca ter alcançado uma medalha (conquistou a medalha de prata nos Mundiais de Moscovo2013), acabou a prova em 3h00m35. Como o seu objetivo era terminar em 3h00, o norte-americano revelou que vai correr pelo menos mais uma vez a distância. Symmonds revelou que quebrou na milha 24, devido a uma subida.

«Eu queria correr a Maratona em 3h00 para não corer nunca mais outra», admitiu o norte-americano, que revelou ter corrido, em média, apenas 50 km por semana.

Nick Symmonds pretende escalar as montanhas mais altas de cada continente

«Tenho corrido todos os dias da minha vida durante 20 anos, portanto isso ajudou (…) Foi realmente divertido correr as primeiras 20 milhas, onde procurei preparar-me mentalmente para as restantes seis (…) Tenho como objetivo correr uma Maratona na Primavera, com um percurso agradável e plano, para alcançar o meu objetivo.»

Como Asada, também Symmonds abandonou a carreira este ano. Para o futuro, o norte-americano, de 34 anos, revelou que pretende escalar as montanhas mais altas de cada continente.

Num post publicado na sua conta do Twitter, Nick Symmonds mostrou, através de um vídeo, como foi o seu dia seguinte após a Maratona de Honolulu…

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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