Organizadores da Maratona de Hong Kong queriam impedir as selfies

Na Maratona de Hong Kong, os organizadores da prova pediram para os corredores não tirarem selfies no início da corrida e após a meta, um pedido que não foi respeitado pelos atletas, que fizeram questão de registarem o seu feito.

 

«Por favor, não tirem selfies», pedia constantemente o speaker da Maratona de Hong Kong na meta da prova, localizada no Victoria Park, no último domingo. Um pedido que visava facilitar a circulação da chegada, evitando deste modo o congestionamento de atletas.

A verdade é que o singular pedido, que também foi visualizado ao longo do percurso devido a existência de cartazes colocados estrategicamente na rua, foi pouco respeitado pelos atletas, que fizeram questão de eternizar o momento das suas vidas, tanto na linha de partida como na linha de chegada, mostrando as selfies pouco depois nas redes sociais.

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Na meta, a solicitação da organização tornou-se mais frequente após as 3h20 de prova, quando a maioria dos corredores do pelotão começa a chegar. Como era de esperar, os participantes não deixaram de manter a tradição dos últimos anos em todas as corridas espalhadas no Mundo, ou seja, uma foto com o pórtico da chegada e com o cronómetro por trás.

Finalistas fizeram questão de tirar selfies após o término da Maratona de Hong Kong

Como curiosidade, foi possível verificar que os próprios voluntários não respeitaram a solicitação da organização, já que há fotos dos mesmos a tirarem fotografias dos atletas. Todavia, a verdade é que mesmo os voluntários mais cumpridores e profissionais tiveram muita dificuldade em impedir que os corredores tirassem as suas selfies…

Por último, deve-se referir que a organização garantia a fotografia de todos os finalistas a cruzar a linha da meta, mas a verdade é que a maioria preferiu levar o seu smartphone para registar pessoalmente o tão ansiado momento, o término de uma Maratona.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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