Veja a dramática chegada da Maratona de Dallas

A Maratona de Dallas ficou marcada pela sua dramática chegada. A menos de 200 metros da meta, Chandler Self, que liderava a prova, sofreu um colapso. O triunfo acabou por acontecer devido a ajuda do “anjo” Ariana Luterman, jovem que estava a correr uma prova escolar.

 

«Ganhei?», perguntou Self após chegar a meta, sendo de imediato assistida pelos socorristas da prova. Um triunfo que aconteceu devido a ajuda de Luterman, um verdadeiro “anjo” para a futura vencedora da Maratona de Dallas, que perdeu a consciência nos metros finais.

LEIA TAMBÉM
As mulheres olham cada vez mais para o escalão dos “mariquinhas” homens

«Não sei muito bem o que aconteceu. As minhas pernas começaram a falhar no quilómetro 39 e, no 41.º km, ficou pior. Creio que comecei a delirar no final, não sabia o que se estava a passar», podemos ler no Mundo Deportivo, que cita declarações de Self.

Mas também apresenta declarações de Luterman.

«A única coisa que me ocorreu foi socorrê-la. De maneira alguma iria começar a correr e deixá-la naquele estado. Assim que chegámos à meta, simplesmente empurrei-a para que fosse ela quem cruzasse a meta.»

Apesar das normas proibirem ajuda, a organização da Maratona de Dallas decidiu entregar o triunfo a psiquiatra Self (2h53m57), justificando a sua decisão de que a vantagem que tinha sobre a segunda classificada, mais de três minutos, era suficiente para cruzar a meta, mesmo sem apoio do “anjo” Luterman.

Incredible

This happened at the Dallas Marathon at the weekend, and it just about sums up the spirit of runners ❤️

Publicado por Abbott World Marathon Majors em Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos