Maratona de Boston: Jessica Augusto na elite feminina

A organização da Maratona de Boston revelou os nomes dos atletas que fazem a elite da prova. Na categoria feminina, destaque para a presença da portuguesa Jessica Augusto, uma das duas representantes do Atletismo europeu. A prova está agendada para o dia 16 de abril.

 

Das 20 atletas femininas, Jessica Augusto apresenta o 12.º melhor tempo da elite da Maratona de Boston deste ano, concretamente 2h24m25 (Londres 2014). A portuguesa terá um duro desafio na prova, já que 10 atletas apresentam tempos inferiores a 2h23. A principal favorita é a bicampeã mundial Edna Kiplagat, atual vencedora da corrida. A queniana tem no seu curriculum três triunfos na Abbott World Marathon Majors Series (além de Boston, em Londres e Nova Iorque). Nota também para Eunice Kirwa, do Bahrain, medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, da etíope Aselefech Mergia, campeã em Londres 2010, e Buzunesh Deba, campeã em Boston 2014.

 

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No masculino, a elite terá 25 atletas, entre eles o campeão de 2017 e campeão mundial, o queniano Geoffrey Kirui. Mas também dos etíopes Lelisa Desisa, vencedor em Boston em dois anos, e Lemi Berhanu, que ganhou a prova norte-americana em 2016. Referência ainda para o norte-americano Galen Rupp, que terminou na segunda posição no ano passado e recente campeão da Maratona de Chicago, outra prova incluída na Abbott World Marathon Majors Series, e o mais famoso corredor amador do mundo e verdadeiro fenômeno mundial, o japonês Yuki Kawauchi.

 

 

 

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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