Wilson Kipsang vai pelo recorde do Mundo na Maratona de Tóquio

No próximo domingo realiza-se a Maratona de Tóquio, a primeira do ano da Abbott World Marathon Majors, que reúne as seis principais provas do Mundo. O evento nipónico é, no entanto, o que mais cresce desde a sua primeira edição, em 2007. A estrela da edição de 2018 é o recordista da prova, o queniano Wilson Kipsang.

 

Antes de 2007, e desde 1981, tínhamos, nos anos ímpares, a Tokyo International Marathon, e, nos anos pares, a New York Friendship International Marathon. Até que, em 2007, as provas juntaram-se, criando a Maratona de Tóquio, que, na primeira edição, contou com 30 mil atletas inscritos, sendo 25 mil na corrida principal e 5000 para os 10 km. Os números não são descabidos, já que os japoneses são apaixonados por Maratonas, um país que não esconde a sua paixão pela distância.

A Maratona de Tóquio sempre se realiza no último fim-de-semana de fevereiro e acolhe 36 mil corredores, número limite fixado pelos organizadores. Como é de esperar, a procura é enorme e apenas 10% dos inscritos conseguem correr a prova, fruto do sorteio. Uma das curiosidades é que a organização dá prioridade aos atletas estrangeiros, numa prova que é realizada com temperaturas a rondar os 7 graus.

O percurso é rápido, embora, aos 33 km, haja uma pequena ascensão que causa alguns dissabores devido a fadiga, num momento marcante da Maratona para todos os atletas.

Quenianos alcançaram o melhor tempo da Maratona de Tóquio no ano passado

Os melhores tempos da corrida estão nas posses dos quenianos Wilson Kipsang, com 2h3m58, e Sarah Chepchirchir, com 2h19m47, ambas marcas alcançadas no ano passado. O primeiro estará na linha de partida, no próximo domingo.

Um dos grandes atrativos da Maratona de Tóquio é o seu público, que “empurra” os participantes até o final. As autoridades nipónicas revelam que a corrida é acompanhada por cerca de um milhão de pessoas nas ruas da capital de Tóquio.

As principais favoritas são as seguintes:

Os principais favoritos são os seguintes:

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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