Kilian Jornet correu a sua primeira Meia-maratona no asfalto

Um dos grandes nomes do Running mundial, Kilian Jornet nunca tinha corrido uma Meia-maratona no asfalto. A estreia aconteceu duas semanas depois de ter subido pela segunda vez ao topo do Evereste em menos de seis dias, concretamente na “Geiranger fra fjord til fjell”, nos fiordes noruegueses, com um desnível positivo de 1500 metros. No final, o espanhol venceu a prova…

 

Kilian Jornet terminou a prova com o tempo de 1h30m37, numa prova de 21 km com um D+ de 1519 metros (média de 72 metros por km). Um tempo que está próximo do melhor da prova, alcançado por Hans Martin Gjedrem, em 2009: 1h28m57.

O que impressiona no tempo de Jornet é o seu tempo, mostrando a sua enorme polivalência. Sem ter o hábito de correr no asfalto, o espanhol registou uma velocidade média de 4m20/km. Segundo dados do Strava, Jornet terminaria a Meia-maratona em 1h06m – 1h07 se a prova fosse plana.

LEIA TAMBÉM
Veja a ascensão de Kilian Jornet ao Evereste
através do seu relógio Suunto

Jornet fez questão de salientar a sua estreia na Meia-maratona através da sua conta no Twitter.

«Hoje eu corri a minha primeira Meia-maratona de sempre. Ok, tinha 1700m de desnível positivo, mas mesmo assim era asfalto. Senti-me bem e corri em 1h30, justamente duas semanas depois da minha última ascensão ao Evereste

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos