Fenómeno Kawauchi volta a correr e vencer uma Maratona 14 dias depois da última

 

O fenómeno japonês Yuki Kawauchi foi o vencedor da Betsukai Pilot Marathon, a sua 12.ª Maratona do ano. O nipónico, que é amador, já que prefere não ser patrocinado por nenhuma marca, estabeleceu ainda um novo registo da prova.

 

Há duas semanas, Kawauchi, que participou no recente Mundial de Atletismo de Londres, na primeira quinzena de agosto, venceu a Maratona de Oslo com o tempo de 2h15m58. Há uma semana, foi o vencedor da Meia-maratona de Asahikawa, com o registo de 1h05m06, novo registo da corrida. E, no passado domingo, nova vitória, desta vez na Betsukai Pilot Marathon e novamente com o melhor tempo de sempre da corrida, concretamente com 2h13m43, retirando a anterior marca mais de dois minutos.

«A primeira parte da corrida foi disputada com muito vento e, sinceramente, não pensei que conseguiria superar a marca. Todavia, com o vento a favor na segunda metade, acabei por conseguir o meu objetivo.»

Kawauchi já correu 12 Maratonas

O próximo desafio da sensação nipónica (leia aqui)será a Maratona dos Alpes-marítimos Nice-Cannes, em França, no dia 5 de novembro, onde pretende alcançar um tempo inferior a 2h10. Uma semana depois é a estrela da Maratona de Saitama, onde vive e trabalha como funcionário público.

Este ano, Kawauchi já correu 12 Maratonas. Este foi o seu 51.º registo Sub-2h15 na Maratona.

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos