João Oliveira termina Spartathlon na 11.ª posição

Principal nome do pelotão nacional no estrangeiro, com vitórias em várias provas, João Oliveira terminou a prestigiante Spartathlon, 246,8 quilómetros entre Atenas (Acrópole) e Sparta, na Grécia, na 11.ª posição.

 

João Oliveira, de 40 anos, terminou a desgastante prova em 25h51m49, melhorando o seu tempo do ano passado, que foi de 26h41m52. De referir que o português ganhou a corrida em 2013, então com o registo de 23h29m08. A prestação deste ano foi a sua segunda melhor de sempre, numa corrida onde já esteve em oito edições.

O historial do português, que defendeu numa entrevista ao nosso site que o seu corpo, mesmo com dores, tem de se manter em pé (leia aqui), é o seguinte:

2009: 34h01m52 (65.º lugar)
2010: 27h21m52 (4.º lugar)
2011: 30h06m03 (33.º lugar)
2012: Desistiu
2013: 23h29m08 (1.º lugar)
2014: 30h52m41 (34.º lugar)
2015: 27h30m26 (12.º lugar)
2016: 26h41m52 (9.º lugar)

Lituano vence a Spartathlon

O vencedor da Spartathlon, uma das ultramaratonas mais prestigiantes do mundo devido ao seu valor histórico, já que reproduz o percurso feito há 2500 anos pelo mensageiro Pheidippides, enviado a Esparta para pedir ajuda contra os persas na Batalha de Maratona, foi ganha pelo lituano Sorokin Aleksandr, com o tempo de 22h04m04. Completaram o pódio o checo Brunner Radek, com 22h49m37, e o atleta local, o grego Sideridis Nikolaos, com 22h58m40.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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