As histórias que marcaram a Maratona de Boston

Como acontece anualmente, a Maratona de Boston é pródiga em histórias pessoais que servem de exemplo para milhões de pessoas. Estas são algumas delas, que ainda continuam a ser comentadas no Mundo da Corrida…

 

Julianne Bowe
Nas redes sociais, talvez seja o vídeo mais viral da prova, a chegada de Julianne Bowe, que foi carregada por dois atletas até próximo da meta, para ser a própria a finalizar a corrida, com o registo de 3h33m20. A atleta sofreu de desidratação, já que o calor foi anormal para a época.

 

 

José Luis Sánchez
Após perder a perna esquerda em 2011 no Afeganistão por ter pisado um explosivo, Jose Luis Sanchez decidiu correr a Maratona de Boston com a bandeira dos Estados Unidos.

 

 

Ben Beach
Atualmente com 67 anos, Ben Beach completou a 50.ª Maratona de Boston consecutiva. Registou o tempo de 5h01m26. Na sua camisola, uma frase: «Armas Não».

 

Bill Evans
Chefe da Polícia de Boston, fez questão de correr a Maratona da sua cidade. Terminou a prova em 3h50m30.

 

Dave McGillivray
Diretor da corrida, Dave McGillivray “completou” a prova pela 45.º vez. No entanto, à noite, como aconteceu em 30 ocasiões (este ano chegou à meta às 22h00). «Durante a Maratona vou de moto e procuro guardar na minha cabeça tudo o que vejo. À noite simulo tudo enquanto corro», referiu.

LEIA MAIS HISTÓRIAS
Conheça um novo método para atravessar a rua durante uma prova

Kathrine Switzer termina Maratona de Boston 50 anos depois de entrar para a História

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos