Hideaki Yamauchi correu 100 km a uma média de 3m52/km

No passado fim-de-semana, o japonês Hideaki Yamauchi alcançou o título mundial dos 100 km, um título conquistado em Sveti Martin na Muri, na Croácia. O nipónico registou uma média de 3m52/km…

 

O Mundial na Croácia decorreu num circuito urbano, com os atletas a terem de contabilizar uma volta com 2,5 km e outras 13 com 7,5 km. No final, o atleta mais feliz foi Yamauchi, que correu os 100 km em 6h28m05, ou seja, com uma impressionante média de 3m52 por quilómetro.

Yamauchi superou na prova o compatriota Nao Kazami, que, em junho, registou o novo recorde do Mundo da distância, com o tempo de 6h09m14 (3m41/km!!!), na Lake Saroma Ultramarathon. Todavia, na Croácia, Kazami terminou em sexto, com 6h42m30.

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Este foi o segundo título mundial de Yanauchi, depois de vencer a prova em 2016.

Nos segundo e terceiro lugares ficaram o japonês Takehiko Gyoba (6h32m51) e o sul-africano Bongmusa Mithembu (6h33m47), respetivamente. Por equipas, triunfo para o Japão, que, além do primeiro e segundo lugares, obteve a quarta posição na corrida.

Na prova feminina, nota para a atleta local, a croata Nikolina Šustić, com 7h20m34, com uma média de 4m2/km. Nas posições seguintes ficaram a alemã Nele Alder-Baerens, com 7h22n42 e a nipónica Mai Fujisawa, com 7h39m07.

O Japão também ganhou por equipas, fruto dos terceiro, quarto e quinto lugares alcançados na corrida. De referir que os nipónicos colocaram quatro atletas no Top 10, tanto na prova masculina como feminina.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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