Harriette Thompson corre Meia-maratona com 94 anos e torna-se a mulher mais velha a correr a distância

A norte-americana Harriette Thompson concluiu a Meia-maratona de San Diego. Aos 94 anos, é a atleta mais velha a alcançar tal feito.

 

Thompson terminou a prova em 3h42m56 e superou a marca de Gladyis Burrill, de 93 anos (alcançada em 2012). De referir que Thompson já tinha “roubado” outro recorde a Burril, em 2015, quando foi a mulher com mais idade  a correr uma Maratona, aos 92 anos e 65 dias. O seu tempo? 7h24m36.

«Quando perguntam como estou, digo que estou bem, a não ser que queiram saber os detalhes. Claro que tenho limitações que não tinha antes e não me mexo tão rápido como há 16 anos, mas, no geral, estou bem», referiu entre risos a anciã aos media.

 

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De referir que Thompson foi obrigada a fazer quimioterapia devido a carcinoma de células escamosas da pele, o segundo cancro da pele mais comum no Mundo. A norte-americana voltou a correr quando ficou recuperada, sempre ao lado do filho, Brenny, que faz questão de a acompanhar nos seus desafios. Na Maratona de San Diego, além de Brenny, a anciã correu com o seu outro filho e a sua neta, Angela.

Thompson é uma referência no seu país e já arrecadou 89 mil euros para a Leukemia and Lymphoma Society. A norte-americana corre sempre com uma camisola púrpura e com os lábios pintados de roxo.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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