Sim, Graham Green ganhou a Maratona de Londres na categoria 50-54 anos com este físico

Apesar da tripla vitória na Maratona de Londres de Eliud Kipchoge, a prova também ficou marcada pela vitória de Graham Green na categoria 50-54 anos, tudo devido a sua estrutura física, mais próxima de um atleta de musculação do que um corredor.

 

A potência muscular de Graham Green, de 53 anos, não deixou ninguém indiferente em Londres, principalmente após por ter ganho a categoria 50-54 anos da Maratona com o tempo de 2h36m35, uma média de 3m42 por quilómetros.

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Como podemos ver na imagem, o bombeiro inglês de profissão de Cheshire foge a todos os padrões do perfil de um corredor vencedor, mais próximo de um usuário de uma sala de musculação do que de um atleta de estrada.

«As condições da prova foram complicadas. Por isso, terminar no 84.º lugar da classificação geral e ganhar a minha categoria foi algo realmente emocionante. Sem dúvida que esta performance foi a mais difícil da minha vida, o meu melhor resultado desportivo de sempre», escreveu no Facebook.

A felicidade de Graham Green após ganhar a sua categoria na Maratona de Londres
A felicidade de Graham Green após ganhar a sua categoria na Maratona de Londres

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Para termos uma ideia do feito de Graham Green, o primeiro classificado na categoria 55-59 anos foi o espanhol Martín Fiz, campeão mundial da Maratona em 1995, com o tempo de 2h37m22.

Graham Green queria superar um recorde com o seu filho

Graham Green tinha como objetivo superar um curioso recorde. O bombeiro, juntamente com o seu filho, Ben, pretendia alcançar o melhor tempo conjunto de um pai e filho a correr uma Maratona. No entanto, Ben não conseguiu acompanhar os passos do seu progenitor, principalmente após cruzar os 21 quilómetros, terminando a corrida no 558.º lugar, com o tempo de 2h52m44.

Recorde-se que a Maratona de Londres ficou marcada com a morte do finalista da edição britânica do programa culinário MasterChef, Matt Campbell, de apenas 29 anos, que morreu após ter sofrido um ataque cardíaco durante a corrida. A sua morte acabou por provocar uma onda de solidariedade.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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