Geoffrey Kamworor aguenta pressão de Wilson Kipsang e vence a Maratona de Nova Iorque

O queniano Geoffrey Kamworor foi o grande vencedor da Maratona de Nova Iorque, alcançando a sua primeira vitória em sete participações na distância um pouco por todo o Mundo. O favorito Wilson Kipsang ficou em segundo por três segundos.

 

Após seis tentativas, finalmente Geoffrey Kamworor, bicampeã mundial (2014 e 2016) e de corta mato (2015 e 2017) e com um melhor tempo na Maratona de 2h06m12, terminou uma prova de 42,195 km na primeira posição, embora com bastante dificuldade, já que alcançou o triunfo na sexta Majors do ano com uma vantagem de apenas três segundos sobre o compatriota Kipsang: 2h10m53 contra 2h10m56.

De referir que Kamworor e Kipsang são companheiros de treinos.

 

Geoffrey Kamworor passeou por Nova Iorque antes da Maratona
Geoffrey Kamworor passeou por Nova Iorque antes da Maratona

 

Na terceira posição ficou Lelisa Desisa, com 2h11m32.

Nota também para a última Maratona do norte-americano Meb Keflezighi, a sua 26.ª (11.ª em Nova Iorque), com o tempo de 2h15m29, o último corredor dos Estados Unidos a vencer em Nova Iorque.

LEIA TAMBÉM
Estados Unidos volta a ganhar a Maratona de Nova Iorque com Shalane Flanagan

Meb Keflezighi distinguido com o Prémio Abebe Bikila

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos