Fenómeno Kawauchi foi sexto na Maratona dos Alpes-marítimos Nice-Cannes

O corredor anónimo mais conhecido do pelotão internacional, o japonês Yuki Kawauchi, correu a sua nona Maratona do ano, concretamente a Maratona dos Alpes-marítimos Nice-Cannes.

 

O atleta nipónico, principal nome da corrida em termos mediáticos, terminou a Maratona dos Alpes-marítimos Nice-Cannes na sexta posição, com o tempo de 2h15m02, cerca de três minutos a mais que o vencedor, o etíope Kelkilew Dejene, que correu os 42,195 km em 2h12m09 (melhor tempo pessoal: 2h11m21).

Nas posições seguintes ficaram os quenianos Cosmos Birech (2h12m20) e Alfred Kering (2h12m31). A prova feminina foi ganha por outra etíope, Siyum Tejitu, com o tempo de 2h33m21.

Yuki Kawauchiem realizou este ano a sua nona Maratona. A última foi a Betsukai Pilot Marathon, como noticiamos no passado dia 3 de outubro (leia aqui).

No total, o japonês, funcionário público que recusou (e continua a recusar) várias propostas das grandes marcas ao longo da sua carreira, tudo para manter a sua independência de treinos e objetivos, já correu 74 Maratonas, obtendo 28 vitórias.

A sua melhor marca na distância é de 2h08m14.

Aqui ficam alguns dos seus números:

12 Maratonas Sub-2h10
23 Maratonas Sub-2h12
51 Maratonas Sub-2h15
72 Maratonas Sub-2h20

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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