As melhores cidades para correr uma Maratona

Evidentemente que 2018 ficará marcado pelo recorde do Mundo da Maratona por parte de Eliud Kipchoge, que, em Berlim, correu a distância em 2h01m39. No entanto, no Top 10 das cidades com os melhores tempos na Maratona, outras quatro também melhoraram as suas marcas. Estes são os melhores locais para correr uma Maratona tendo em vista a obtenção de um bom tempo pessoal.

 

Em 2018, além de Berlim, outras quatro cidades obtiveram melhores tempos nas suas provas, concretamente Dubai, Abu Dabi, Amesterdão e Valência, todas elas com tempos na casa das 2h04. Deste curioso dado, o recorde da prova que mais perdura acontece na Maratona de Roterdão, que não vê o seu registo, de 2h04m27, ser superado desde 2009.

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Nota ainda para a Maratona de Paris, que, apesar de ser uma das provas mais emblemáticas do Mundo, não consta no Top 10 das Maratonas mais rápidas do planeta. O melhor tempo da prova é de 2014, com 2h05m04. Saliência ainda para a Maratona de Boston, com o registo de 2h03m02 (2011), um registo que não é homologado pela IAAF, e para a Maratona de Nova Iorque, sempre uma das mais procuradas pelos corredores de todo o Mundo (2h05m06, em 2011).

Abaixo, o Top 10 dos tempos das Maratonas mais rápidas do Mundo por cidades:

➊ 2h01m39: Maratona de Berlim (2018, recorde do Mundo)

➋ 2h03m05: Maratona de Londres (2016)

➌ 2h03m42: Maratona de Frankfurt (2011)

➍ 2h03m45: Maratona de Chicago (2013)

➎ 2h03m58: Maratona de Tóquio (2017)

➏ 2h04m00: Maratona de Dubai (2018)

➐ 2h04m04: Maratona de Abu Dabi (2018)

➑ 2h04m06: Maratona de Amesterdão (2018)

➒ 2h04m27: Maratona de Roterdão (2009)

➓ 2h04m31: Maratona de Valência (2018)

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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