A chegada mais emotiva da Maratona de Boston

Com o passar dos dias, as histórias de Boston surgem uma atrás da outra. A mais cativante em termos de entrega foi protagonizada pelo “marine” norte-americano Micah Herndon, que terminou a prova de rastos, mas sem desistir. Um esforço em memória dos três colegas mortos numa explosão ocorrida numa operação no Afeganistão, em 2010.

«Corro em honra deles, que já não estão aqui. Mas eu sim sou capaz. Tenho a sorte de ter todos os meus membros, estou ativo. Encontro combustível na simples ideia de poder correr. Alguns não podem», afirmou Micah Herndon ao The Record-Courier, de Ohio.

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«Se sofro uma cãibra enquanto corro, se estou com dores nos pés ou estou esgotado, digo os seus nomes em voz alta para mim. Passaram por coisas muito piores do que eu. Deste modo, corro por eles e as suas famílias.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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