Corredor agride de forma bárbara um cão na Maratona de Valladolid

Na Maratona de Valladolid, em Yucatán, México, um corredor agrediu de forma bárbara um cachorro com um pontapé, causando a indignação geral.

 

As mensagens de repulsa invadiram as redes sociais pouco tempo depois do incompreensível gesto do corredor, com os internautas a lamentarem a sua atitude.

 

«Eu vejo um cão feliz a brincar e a correr, mas, ao que parece, este pseudo-desportista apenas viu uma oportunidade para descarregar as suas frustrações contra um pobre animal de rua», podemos ler num post do Twitter.

Devido a intensa revolta nas redes sociais, o nome do corredor acabou por ser identificado. Questionado pelo seu lamentável gesto, Manuel Alcocer pediu desculpas via Facebook e garantiu que iria averiguar se o cachorro agredido por si estaria em bom estado físico, assumindo os custos das despesas.

Manuel Alcocer emite un comunicado para pedir una disculpas públicas por lo ocurrido en la mañana al patear a un perrito.

Publicado por Valor por valladolid,ciudad segura em Domingo, 4 de Março de 2018

 

Apesar do pedido de desculpas, há uma onda de revolta na sociedade mexicana, que exige uma tomada de atitude por parte das autoridades. Por exemplo, a Red Animal Yucatán criou uma petição para que Alcocer não fique impune.

«Esperemos que este caso seja um exemplo e que nos leve a reflexionar sobre as nossas ações tendo em vista a cultura de convivência e respeito para com os animais», escreveu o presidente da Câmara Municipal de Valladolid, Alpha Tavera, na sua conta do Facebook.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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