Africanos dominam Meia-maratona de Lisboa

Birahn Nebebew, da Etiópia, e Eunice Chumba, do Bahrein, foram os grandes vencedores da Meia-maratona de Lisboa, que ficou marcada pela dificuldade do percurso.

 

O etíope Birahn Nebebew terminou a complicada Meia-maratona de Lisboa com o tempo de 1h02m02, menos 12 segundos que Goitom Kifle, da Eritreia. Outro corredor a correr nos 62 minutos foi o etíope Deme Tadu Abate, com 1h02m20, uma prova da grande competitividade da corrida.

Em relação aos portugueses, o melhor foi Samuel Barata, sexto, com 1h05m13. Atrás ficaram Hermano Ferreira (1h06m46) e Rui Silva (1h06m58), sétimo e oitavo colocados, respetivamente.

Ao contrário da prova masculina, a Meia-maratona de Lisboa feminina foi mais “tranquila”, já que a vencedora Eunice Chumba, do Bahrein, com 1h08m48, conseguiu uma boa vantagem ao longo de toda a corrida. Os outros lugares do pódio foram alcançados por Visiline Jepkesho, do Quénia, com 1h09m31, e Rose Chelimo (Bahrein), campeã mundial da Maratona, com 1h09m48.

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A sportinguista Sara Moreira, com 1h13m29, foi a melhor portuguesa (sexta posição), seguida de Mónica Silva e Vera Nunes, sétima e oitava colocadas, respetivamente, com os tempos de 1h16m16 e 1h17m32.

Além do forte calor que assolou a corrida, os atletas, nas suas declarações finais, consideraram unanimemente que o percurso era bastante duro, muito devido aos últimos quatro quilómetros, principalmente aquando da subida do Rossio para o Marquês de Pombal.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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