10 km: Martín Fiz regista novo recorde do Mundo na categoria M55

O espanhol Martín Fiz é o novo recordista do Mundo dos 10 quilómetros na categoria M55. Tudo foi alcançado em Valência, que se situa cada vez mais como a cidade a correr no país vizinho.

 

Os 10 km de Valência foi uma prova de sonho, já que, tanto na prova masculina como na feminina, foram superados os novos recordes da corrida. Os triunfos foram para os etíopes Chala Ketema (27m23) e Tsehay Gemechu (30m11).

No entanto, para os organizadores e o público, o foco estava com Martín Fiz, campeão mundial (1995) e europeu (1994) da Maratona. O espanhol tinha como objetivo superar o recorde do Mundo do britânico Martin Rees, que, em 2008, correu a distância em 32m02.

Com a ajuda de Nacho Cáceres, Luis Félix Martínez, Octavio Sanchís e Julián Ramírez, além da sua habitual “lebre”, Nacho Barranco, Fiz conseguiu o seu intuito e superou o recorde do mundo da sua categoria, percorrendo os 10 km em 31m36, terminando a corrida ao lado da espanhola Trihas Gebre, que alcançou o novo registo espanhol na distância (a anterior marca, que estava na posse de Rosa Morató desde 2009, era de 32m06).

 

Classificação masculina:
Chala Ketema (Etiópia): 27m23
Stephen Kissa (Uganda): 27m24
Vedic Kipkoech (Quénia): 27m26

Classificação feminina:
Tsehay Gemechu (Etiópia): 30m11
Gloria Chebiwat (Quénia): 30m26
Evaline Chirchir (Quénia): 30m43

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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