Mark Kiptoo estabelece novo recorde do Mundo da Maratona para atletas com mais de 40 anos

O queniano Mark Kiptoo, de 42 anos, alcançou o recorde do Mundo da Maratona para atletas com mais de 40 anos. Tudo aconteceu em Frankfurt, no passado domingo.

 

Kiptoo correu a mítica distância em 2h07m50 (62m29 + 65m21), menos 48 segundos do que o anterior registo, do compatriota Kenneth Mung’ara, que apresentava o tempo de 2h08m38, na Maratona de Milão, em 2016.

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Com este tempo, Kiptoo alcançou o sexto lugar da prova, que terminou com o triunfo de Kelkile Gezahegne, da Etiópia, com 2h06m37. Depois ficaram Martin Kosgey (2h06m41), Alex Kibet (2h07m09), Amos Mitei (2h07m28) e Kenneth Keter (2h07m34).

Recorde-se que Kiptoo já detém o recorde do Mundo ≥40 anos da Meia-maratona, feito alcançado este ano em Azpeitia, Espanha, com o registo de 1h01m04.

Meskerem Assefa venceu a prova feminina

No feminino, a vitória da prova foi para Meskerem Assefa, da Etiópia, com 2h06m37, novo recorde da prova feminina. De referir que a segunda colocada, Martin Kosgey, do Quénia, terminou apenas a quarto segundos da vencedora. Na terceira posição ficou Alex Kibet, também do Quénia, com 2h07m09, na sua estreia na Maratona.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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