Yuki Kawauchi alcançou a sua pior marca de sempre na Maratona de Veneza

Conhecido por ser bastante exigente consigo próprio, Yuki Kawauchi não teve um dia feliz na Maratona de Veneza, realizada no passado domingo, já que o ainda atleta amador alcançou a sua pior marca de sempre na distância.

 

No seu último ano como amador, Yuki Kawauchi está a viver um 2018 de extremos. Após alcançar a glória internacional com o inesperado triunfo na Maratona de Boston, a desilusão aconteceu em Veneza, com o japonês, de 31 anos, a registar a sétima posição com o tempo de 2h27m43 (1h09m51+1h17m52), um tempo muito longe do seu melhor registo na distância, de 2h08m14.

A 87.ª Maratona de Kawauchi, décima do presente ano, ficou marcada pela enorme dificuldade que os corredores tiveram no terço final da prova, quando o percurso da corrida acabou por ficar inundado. De salientar que o pior registo do nipónico era de 2h24m55, alcançado no passado mês.

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Até ao momento, Yuki Kawauchi correu, desde 2009, 87 Maratonas, alcançando os seguintes resultados:

3 Sub-2h09

12 Sub-2h10

20 Sub-2h11

26 Sub-2h12

41 Sub-2h13

49 Sub-2h14

56 Sub-2h15

66 Sub-2h16

72 Sub-2h17

76 Sub-2h18

81 Sub-2h19

82 Sub-2h20

 

Melhores marcas por ano

 

2009 – 2h17m33 (13.º em Fukuoka)

2010 – 2h12m36 (4.º em Tóquio)

2011 – 2h08m37 (3.º em Tóquio)

2012 – 2h10m29 (6º em Fukuoka)

2013 – 2h08m14 (4º em Seul)

2014 – 2h09m36 (9º em Hamburgo)

2015 – 2h12m13 (2º em Zurique)

2016 – 2h09m01 (2º em Gold-Coast)

2017 – 2h09m18 (3º em Gold-Coast)

2018 – 2h011m46 (1.º em Kitakyushu Marathon)

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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