Wayde van Niekerk pára 6 meses por jogar rugby

Campeão olímpico, mundial e recordista do Mundo nos 400 metros, Wayde van Niekerk vai ficar afastado das pistas entre seis e sete meses devido a uma lesão sofrida enquanto jogava… rugby.

 

Van Niekerk sofreu uma contusão enquanto jogava rugby com os amigos, entre eles o ex-portista Benny McCarthy. Com uma lesão no menisco, o velocista terá de ficar afastado dos treinos e da competição nos próximos seis, sete meses, uma situação que não agradou a sua treinadora, revelou o agente do sul-africano.

Van Niekerk foi submetido a uma intervenção cirúrgica na terça-feira, cerca de dez dias depois do seu casamento. Devido a lesão, o sul-africano perderá os Jogos da Commonwealth, em Gold Coast, Austrália, no início de abril.

 

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Medalha de ouro e prata nos últimos Mundiais, nos 400 e 200 metros respetivamente, Van Niekerk admitiu que não esperava este desfecho quando aceitou jogar rugby com os amigos, principalmente por desejar correr os 100 e 200 metros nos Jogos da Commonwealth.

«Estava ansioso por competir no evento e participar dos campeonatos nacionais, em março, na Austrália, em Gold Coast. Portanto, este é um momento infeliz para mim. Mas isso é o desporto e estas coisas acontecem. Confio que a equipa que tenho ao meu redor, incluindo os médicos, tornará este processo de recuperação tão suave quanto possível. Tenho fé que poderei correr novamente no próximo ano», adiantou o sul-africano através de um comunicado.

Van Niekerk é um profundo admirador de rugby

Van Niekerk escreveu ainda que o segredo da sua recuperação será a paciência.

«A recuperação total será crucial para a minha carreira. Serei paciente, mas vou trabalhar ao máximo para regressar o mais rápido possível.»

O velocista sul-africano é um profundo admirador de rugby e, na África do Sul, é frequente ver Van Niekerk nos estádio a assistir os jogos do campeonato nacional, mas também da Taça das Seis Nações. 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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