Sporting contrata ex-benfiquista Yazaldes Nascimento

Um dos principais velocistas do nosso país, Yazaldes Nascimento é o mais recente reforço do Sporting, que anunciou ainda a contratação de Edi Maia, ex-recordista nacional do salto com vara.

 

«Fui sete vezes campeão nacional e mudei porque quis entrar no projeto que o Sporting me apresentou, que é o que reúne as condições ideais. Já tive este desejo noutras vezes e agora concretizou-se. Venho de uma paragem de ano e meio porque tive de ser operado, mas, neste momento, estou a 100% e quero voltar para o lugar onde sempre estive. Consegui coisas que só o Francis havia conseguido e o objetivo é ajudar o clube e, individualmente, lutar por uma medalha num europeu», afirmou o velocista ao site do clube de Alvalade, que está bastante ativo em termos de contratações.

Já Edi Maia também não escondeu a sua satisfação por representar o Sporting, um clube onde já representou. O atleta do salto com vara admitiu que um dos objetivos da temporada é alcançar novamente o recorde nacional, agora na posse de Diogo Ferreira, do Benfica (5m71).

«Como o Sporting sempre me tratou bem, voltei à que considero a minha casa. Vou dar o meu melhor como sempre fiz. No ano passado houve um colega que bateu o meu recorde nacional e um dos grandes objetivos é reconquistá-lo. Quero entrar em competições internacionais e estar presente numa final era ótimo (…) Agora sinto o Sporting a apostar muito mais na modalidade. Está mais forte e mais estável.»

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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