Spanovic perde medalha de ouro devido a queda do seu dorsal

No salto em comprimento, a sérvia Ivana Spanovic perdeu provavelmente a medalha de ouro devido a queda do seu dorsal em consequência de um alfinete mal posto.

 

No seu último salto, Spanovic, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e campeã da Europa indoor, alcançou possivelmente mais do que 7m00, sendo que, para a medalha de ouro, era necessário saltar mais do que os 7m02 do que a norte-americana Britney Reese, o que eventualmente terá acontecido.

No entanto, o marcador registou apenas 6m91 (a um centímetro da medalha de bronze), o que causou espanto no Estádio Olímpico. Após a repetição compreendeu-se o que aconteceu: em pleno voo, um alfinete do dorsal das costas da atleta soltou e o mesmo entrou em contato com a areia, atrás do corpo de Spanovic. O dorsal acabou por deixar uma marca, que foi a marca registada pelos juízes.

Apesar de uma reclamação da federação sérvia, a IAAF ressaltou que os juízes aplicaram os regulamentos, que ditam que a marca efectuada pelo atleta a considerar é a mais perto da chamada.

 

 

Como curiosidade, refira-se que, a partir de Novembro, a entidade que rege o Atletismo mundial vai igualar os saltos horizontais aos verticais, o que significa que o atleta escolhe se usa o dorsal à frente ou atrás, visto que só é obrigado a usar um.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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