Sara Moreira, Inês Monteiro e Salomé Rocha em bom plano no Cross Itálica

Um dos principais eventos de Corta-mato europeu, as portuguesas Sara Moreira, Inês Monteiro e Salomé Rocha estiveram em excelente plano no Cross Itálica, em Sevilha.

 

Curiosamente, as três portuguesas terminaram o Cross Itálica uma atrás da outra. A mais rápida, ocupando a nona posição, foi Salomé Rocha, com o tempo de 27m26. Na décima e na 11.ª posições ficaram Sara Moreira, com 27m38, e Inês Monteiro (campeã nacional de estrada no passado fim de semana), com 27m40.

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Os três primeiros lugares do pódio foram ocupados pelas quenianas. A mais rápida foi Agnes Jebet Trop, com o tempo de 25m51. Atrás ficaram Lilian Rengeruk (oitava no ranking mundial dos 5000 metros), com 26m01, e Hellen Obiri (campeã do mundo dos 5000 metros no ano passado), com 26m03.

A “desilusão” da corrida foi Ruth Jebet (atual recordista do Mundo nos 3000 metros obstáculos e campeã olímpica nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016), quarta colocada, com o tempo de 26m12.

De referir que o Cross Itálica é realizado no conjunto arqueológico de Itálica, localizado em Santiponce, em Sevilha, Espanha, e terá a participação de três portugueses.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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