Salomé Rocha na 28.ª posição nos 10 mil metros

A portuguesa Salomé Rocha não alcançou o seu principal objetivo no Mundial de Londres, melhorar o seu tempo pessoal nos 10 mil metros.

Salomé Rocha, única representante portuguesa devido a inesperada lesão de Sara Moreira, terminou a prova na 28.ª posição em 33 atletas inscritas (ocorreram duas desistências), com o tempo de 32m52s71. A portuguesa tinha como objetivo na capital inglesa superar o seu tempo pessoal, que é de 32m05s82. De referir que Salomé Rocha tinha o 17.º melhor tempo da qualificação.

 

Almaz Ayana ganha com facilidade os 10000 metros
Etíope dominou por completo a corrida

 

A vencedora da prova foi Almaz Ayana, num domínio impressionante da atleta, que conquistou o seu primeiro título mundial. Para termos uma ideia do resultado da nova campeã do mundo, a etíope dobrou Salomé Rocha aos 7000 metros, terminando a prova com o tempo de 30m16s32. Todavia, não conseguiu superar o seu melhor tempo pessoal, de 29m17s45.

A atleta etíope utilizou a mesma estratégia dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro nos 5000 metros, mas, desta vez, conseguiu manter o ritmo. No Brasil, quebrou no final e acabou por ficar no último lugar do pódio.

Na segunda posição ficou a compatriota Tirunesh Dibaba, que conquistou uma nova medalha para o seu impressionante curriculum. Depois de cinco ouros em mundiais, chegou a vez da prata, com o tempo de 31m02s69. Na terceira posição ficou Agnes Tirop, do Quénia, com 31m03s50, o seu melhor tempo pessoal.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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