Queniana Obiri confirma favoritismo e vence os 5000 metros

Principal favorita, a queniana Hellen Onsando Obiri, segundo colocada nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, alcançou a medalha de ouro nos Mundiais de Londres nos 5000 metros, num triunfo tranquilo da africana.

Sem oposição, apesar da etíope Almaz Ayanaeth ter procurado dificultar a vida da sua rival, Obiri, atual líder mundial e com o melhor tempo da qualificação, registou 14m34s86. Já Ayanaeth alcançou o tempo de 14m40s35, o seu melhor tempo da temporada.

A surpresa foi para a holandesa Sifan Hassanned, com o registo de 14m42s73.

No final, a nova campeã do Mundo disse que a corrida esteve sempre controlada e que ninguém iria conseguir a derrotar no sprint final, como veio a acontecer.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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