Mundial Corta-mato: Kamworor vence numa corrida dramática para Cheptegei

O queinano Geoffrey Kipsang Kamworor alcançou o segundo título consecutivo no Mundial de Corta-mato, algo que não acontecia desde 2006, quando Kenenisa Bekele foi bicampeão. Mas a corrida teve o seu momento dramático, quando Joshua Kiprui Cheptegei foi ultrapassado pelo vencedor na última volta e acabou por desfalecer.

 

Fortemente apoiado pelo público, muitos acreditaram que Joshua Kiprui Cheptegei poderia ganhar de forma surpreendente a corrida, principalmente com a vantagem que tinha diante de Kamworor, de 11 segundos na última volta.

Mas o queniano encontrou forças onde ninguém esperava e acabou por ultrapassar Cheptegei (campeão do Mundo júnior nos 10 mil metros em 2014), que, após ver partir Kamworor, desfaleceu, para frustração do seu público.

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O queniano, campeão do Mundo na Meia-maratona, terminou a prova com o tempo de 28m24. Atrás ficaram o compatriota Leonard Barsoton (28m36) e o etíope Abadi Hadis (28m43).

Já Cheptegei ainda conseguiu reerguer e terminou a prova, embora bastante desiludido, já que teve todas as possibilidades para conquistar o título diante do seu público. O seu principal problema foi precisamente a falta de experiência…

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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