Medalhas do Mundial de Pista Coberta reveladas

Os organizadores do Mundial de Pista Coberta de Birmingham, entre 1 e 4 de março, revelaram as medalhas que os atletas receberão no evento, medalhas que Portugal espera trazer algumas para o nosso país…

 

Na última quarta-feira, dia 10 de janeiro, faltavam 50 dias para o início do Campeonato do Mundo de Pista Coberta, uma data especial aproveitada pela organização para revelar as medalhas que os atletas receberão na Arena Birmingham.

O objeto mais desejado de março pelos atletas de todo o Mundo foi concebido por uma aluna do segundo ano da Escola de Joalharia local, Menna Jones, no final do ano passado, que escolheu três pontos de referência de Birmingham:

As medalha do Mundial de Pista Coberta foram idealizadas por uma aluna do segundo ano da Escola de Joalharia local
As medalha do Mundial de Pista Coberta foram idealizadas por uma aluna do segundo ano da Escola de Joalharia local

 

«Queria que a minha medalha fosse um forte reflexo de Birmingham e destacasse o que a cidade tem de melhor para oferecer. O que pretendi foi que os atletas projetassem na medalha a cidade de Birmingham, com as suas características únicas, individuais, e pontos de referência. A minha medalha é uma lembrança da cidade, que permitirá aos atletas recordarem os momentos especiais que viverão aqui.»

O design da medalha apresenta três edifícios que marcam o centro de Birmingham, a histórica câmara municipal da cidade, na Praça Victoria, e duas edificações que fazem parte da paisagem da cidade nos últimos anos, o edifício Selfridges e a nova Biblioteca de Birmingham, a maior biblioteca pública da Europa.

Refira-se que a cidade inglesa receberá outro grande evento em breve, concretamente em 2022, quando organizar os Jogos da Commonwealth. Ao que tudo indica, o Mundial de Pista Coberta contará com cerca de 150 países.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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