Nelson Évora conquista a 18.ª medalha de Portugal nos Mundiais

Com a medalha de bronze de Nelson Évora no triplo salto, Portugal somou a sua 18.ª medalha no Historial dos Mundiais de Atletismo.

 

Das 18 medalhas conquistadas por Portugal, Évora é responsável por quatro, uma de ouro (2007), uma de prata (2009) e duas de bronze (2015 e 2017). O atleta do triplo salto igualou agora Fernanda Ribeiro, que também tem quatro medalhas. Com menos uma e duas surgem Manuela Machado e Carla Sacramento, respetivamente. Rosa Mota, Domingos Castro, Carlos Calado, Rui Silva e Susana Feitor também subiram ao pódio nos Mundiais.

Curiosamente, as melhores prestações de Portugal em provas foi precisamente com quatro medalhas, em Gotemburgo1995 e Atenas1997. No entanto, na cidade sueca, Portugal regressou com duas medalhas de ouro, uma a mais que na cidade grega.

No total, Portugal soma cinco medalhas de ouro, seis de prata e sete de bronze.

AS MEDALHAS DE PORTUGAL:

Roma87
Ouro – Rosa Mota (Maratona)
Prata – Domingos Castro (10.000)

 

Estugarda93
Prata – Manuela Machado (Maratona)

 

Gotemburgo95
Ouro – Fernanda Ribeiro (10.000 metros)
Ouro – Manuela Machado (Maratona)
Prata – Fernanda Ribeiro (5.000 metros)
Bronze – Carla Sacramento (1.500 metros)

 

Atenas97
Ouro – Carla Sacramento (1.500 metros)
Prata – Fernanda Ribeiro (10.000 metros)
Prata – Manuela Machado (Maratona)
Bronze – Fernanda Ribeiro (5.000 metros)

 

Edmonton2001
Bronze – Carlos Calado (comprimento)

 

Helsínquia2005
Bronze – Rui Silva (1.500 metros)
Bronze – Susana Feitor (20 km marcha)

 

Osaca2007
Ouro – Nelson Évora (Triplo)

 

Berlim2009
Prata – Nelson Évora (Triplo)

 

Pequim2015
Bronze – Nelson Évora (Triplo)

 

Londres2017
Bronze – Nelson Évora (Triplo)

 

Gostaste do artigo? Faz Gosto ou Partilha com os teus amigos!
Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

Gostou? Partilhe pelos amigos