Maratona do Mundial 2019 será realizada à meia-noite

A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) revelou uma das principais novidades do Mundial 2019, agendada para Doha entre 28 de setembro e 10 de outubro: a Maratona será realizado à meia-noite local.

 

Depois do Mundial de F1 (mas também do recente MotoGP), a capital do Qatar voltará a ter uma grande prova à noite, oferecendo aos amantes do Atletismo uma experiência única, já que, pela primeira vez na história do Mundial, a Maratona será realizada à meia-noite, uma decisão corajosa da IAAF, que certamente vai trazer uma enorme mais-valia para o Desporto em si. A entidade adiantou que, ao longo do trajeto, haverá inúmeros pontos de divertimento para o público, que será “convidado” a estar nas ruas para apoiar os atletas.

Mundial de Doha terá 4×400 metros misto

No entanto, a entidade que rege o Atletismo a nível mundial revelou outras importantes novidades, como, por exemplo, o fim das provas de manhã. No Mundial 2019 teremos na mesma duas sessões, à tarde e à noite, mas com um curto intervalo de apenas uma hora. Nesses 60 minutos, a IAAF promete envolver todo o público presente no estádio através de iniciativas de entretenimento, muito focado nas famílias, já que o objetivo da entidade é trazer os mais novos para o Atletismo.

O Estádio Internacional Khalifa será o palco do Mundial de Atletismo 2019, em Doha
O Estádio Internacional Khalifa será o palco do Mundial de Atletismo 2019, em Doha

No calendário, nota ainda para a inclusão da prova mista dos 4×400 metros, uma das novas apostas da IAAF para a próxima década. O objetivo é trazer para o Atletismo novos conceitos, adaptados as novas tendências da sociedade moderna.

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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