Chuva de Estrela na Liga Diamante de Lausanne

Justin Gatlin, Wayde van Niekerk e Genzebe Dibaba são apenas três nomes da Liga Diamante de Lausanne, agendada para esta quinta-feira, prova que serve de preparação para o Mundial de Londres.

 

Wayde van Niekerk é o nome do momento no Atletismo mundial, após ter superado o recorde do Mundo dos 400 metros nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano passado, e os 300 metros, recentemente em Ostrava, no passado dia 28 de junho. Em Lausanne, o sul-africano vai correr os 400m, distância que também vai correr no Mundial de Londres, em agosto (além dos 200 metros). O grande desafio de Van Niekerk será superar o registo da prova, na posse de Michael Johnson desde 1996, de 43s66.

Gatlin prepara os 100 metros

Como é habitual, a prova do hectómetro é sempre uma das provas principais de todos os meetings. Na Suíça, os 100 metros, devido a ausência de Usain Bolt (que correrá apenas em Mónaco, a 21 de julho, antes da sua despedida no Mundial de Londres), tem como cabeça de cartaz o veterano Justin Gatlin, de 36 anos. O norte-americano terá como principal adversário na Athletissima Lausanna o sul-africano Akine Simbine, que derrotou recentemente na Hungria (9s98 contra 9s99). No entanto, o principal desafio de Gatlin é sem dúvida estragar a festa preparada para Bolt, no Mundial de Londres…

Genzebe Dibaba vai procurar superar
o recorde do mundo da milha

No feminino, a estrela será Genzebe Dibaba, que vai procurar superar o recorde do Mundo da milha (1.609 metros), na posse desde 1996 da russa Svetlana Masterkova, com 4m12s56. Recorde-se que a etíope é a recordista do Mundo nos 1500 metros (3m50s07). Para o desafio, Dibaba terá a ajuda de duas lebres, a ugandesa Halinah Nakaayi e a britânica Jennifer Meadows.

Dibaba é uma das estrelas da Liga Diamante de Lausanne
Dibaba vai tentar superar o recorde do Mundo na Liga Diamante de Lausanne
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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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