Gatlin surpreende tudo e todos e derrota sensação Coleman nos 100 metros

 

A experiência conta, mesmo no Atletismo. Apesar de toda “vibe” ao redor da sensação da velocidade Christian Coleman, a verdade é que foi o veterano Justin Gatlin a vencer os 100 metros nos Trials norte-americanos, que definem os atletas que estarão presentes no Mundial de Londres, em agosto.

 

Aos 35 anos, Gatlin provou que ainda é um nome a reter no Atletismo mundial, derrotando o novo ídolo dos Estados Unidos, Coleman. Numa das finais mais aguardadas dos Trials, o veterano velocista registou um tempo de 9s95, obtendo deste modo o seu quinto título norte-americano.

Já o jovem Coleman, de 21 anos, teve de amargar o segundo lugar, com um registo de 9s98, sofrendo a sua primeira derrota da temporada.

A vitória de Gatlin foi ainda mais surpreendente devido aos problemas que tem tido no tendão de Aquiles. No entanto, contra todas as previsões, o veterano velocista conseguiu derrotar Coleman, que tem em sua posse a melhor marca do ano, de 9s82.

«Perdi diante de um dos melhores atletas da História dos 100 metros, que sabe como deve correr a distância», admitiu Coleman, que poderá se “vingar” da derrota no Mundial de Londres, tendo no entanto que contar com outro rival… Usain Bolt!

De referir que, além de Gatlin e Coleman, os Estados Unidos terão na sua equipa dos 100 metros Christopher Belcher, terceiro colocado, com o tempo de 10s06.

Nos 100 metros femininos, Tori Bowie foi a grande vencedora, com 10s94. Atrás ficaram Deajah Stevens (11s08) e Ariana Washington (11s10).

Nota ainda para a o esperado duelo no salto triplo entre Will Claye e Christian Taylor, duplo campeão olímpico e mundial. Um duelo que não aconteceu, já que o segundo abandonou a ocmpetição a prova após o primeiro salto, temendo uma lesão. Já qualificado para o Mundial de Londres por ser campeão do mundo da modalidade, Taylor preferiu não arriscar, entregando assim a vitória para Claye, que saltou 17m91.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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