Duelo Dibaba-Semenya dá o pontapé de saída na Diamond League

A estreia de Genzebe Dibaba, recordista do Mundo nos 1500 metros (3m50s07), nos 800 metros será um dos atrativos da primeira etapa da Diamond League, que começa esta sexta-feira em Doha. A etíope terá como adversária nada mais, nada menos, que a sul-africana Caster Semenya, atual campeã olímpica da distância.
Na primeira corrida de Dibaba nos 800 metros, a etíope defrontará uma rival que ainda não perdeu na distância. Mas há mais, já que a prova contará ainda com Francine Niyonsaba, medalha de prata no Rio de Janeiro, precisamente atrás de Semenya. Nota também para a presença da queniana Margaret Wambui, terceira no Brasil e atual campeã mundial Sub-20. Ou seja, motivo mais do que suficiente para todos os olhos estarem colocados na pista do Qatar Sports Club, que acolherá ainda, nos 100 metros, o jovem Andre de Grasse, que pretende derrotar Usain Bolt no Mundial de Londres, em agosto, na despedida do jamaicano das grandes competições. O atleta do Canadá terá como rivais os veteranos Asafa Powell (Jamaica), Justin Gatlin (Estados Unidos) e Kim Collins (São Cristóvão e Neves), com 41 anos.

Mas há mais. Nos 200 metros femininos, referência para a campeã olímpica Elaine Thompson, da Jamaica, e a campeã mundial, a holandesa Dafne Schippers.

De referir que, este ano, a Diamond League tem um novo formato. Os atletas somam pontos nas 12 primeiras etapas e depois os melhores disputarão as duas finais, determinando os campeões de cada disciplina (que receberão um diamante e 50 mil dólares).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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