Dibaba confirma favoritismo e vence os 3000 metros no Mundial de Pista Coberta

No Mundial de Pista Coberta, em Birmingham, que começou esta quinta-feira, Genzebe Dibaba conseguiu o seu primeiro objetivo, a vitória nos 3000 metros. A etíope pretende igualar o recorde da romena Gabriela Szabo, venceu os 1500 e 3000 metros em 1999.

 

Sem dificuldades, controlando sempre a corrida do início ao fim, embora tenha sentido alguma pressão nos 20 metros finais, Genzebe Dibaba correu a distância em 8m45s05 e levou a sua primeira medalha de ouro de Birmingham.

Na segunda posição ficou a holandesa Sifan Hassan, com 8m45s68, que foi bastante pressionada pela britânica Laura Muir, com o registo de 8m45s78. As duas atletas alcançaram os seus melhores tempos na distância em Pista Coberta.

A grande desilusão da corrida foi a queniana Hellen Obiri (campeã mundial dos 3000 metros em Istambul 2012 e medalha de ouro nos 5000 metros no Mundial de Londres do ano passado), quarta colocada, com 8m49s66.

Dibaba vai procurar agora conquistar a medalha de ouro nos 1500 metros no domingo, escrevendo mais uma vez o seu nome na História do Atletismo mundial.

Rússia domina o salto em altura

Além dos 3000 metros, o primeiro dia ficou marcado com as finais do salto em altura.

No masculino, triunfo para o russo Danil Lysenko, com 2m36. Atrás ficaram Mutaz Essa Barshim, do Qatar, com 2m33, e o alemão Mateusz Przybylko, com 2m29.

Outra vitória russa aconteceu na prova feminina, com Mariya Lasitskene, com 2m01, a levar para casa a medalha de ouro. Nas posições seguintes do pódio ficaram as norte-americanas Vashti Cunningham (1m93) e a italiana Alessia Trost (1m93).

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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