Darren Campbell sofreu um derrame cerebral

Um dos grandes atletas britânicos de todos os tempos, Darren Campbell, detentor de nove medalhas entre Jogos Olímpicos, Mundiais e Europeus, sofreu um derrame cerebral. «Estou aliviado por estar vivo. Quase morri», confessou o velocista à BBC.

 

O derrame cerebral de Campbell ocorreu na sua casa, sendo “ressuscitado” pelos serviços de urgência e levado de imediato para um hospital local. Segundo o que o britânico disse à BBC, apenas está vivo devido a ser «forte, caso contrário não estaria aqui».

Mais calmo e eventualmente recuperado, Campbell falou sobre o seu futuro, revelando que pretende ver a sua filha, hoje com 10 anos, a casar, um desejo que dá esperança ao ex-velocista.

Como curiosidade, refira-se que Campbell foi responsável pelo trabalho de velocidade dos jogadores do Manchester United, Chesea e Everton, mas também de equipas de rugby (por exemplo, trabalhou com a lenda Lomu, no Cardiff).

As marcas de Campbell

Aos 100 e 200 metros, Campbell apresenta 10s04 (1998) e 20s13 (2000), respetivamente. Nos Jogos Olímpicos, ganhou a medalha de ouro nos 4×100 metros em Atenas 2004 e uma medalha de prata nos 200 metros em Sidney 2000. Nos Mundiales, medalhas de prata em Sevilha 1999 (4×100 metros) e bronze em Paris 2003 (100 metros) e Atenas 1997 (4×100 metros).

Nos Europeus, foi campeão em Budapeste 1998 no hectómetro e nos 4×100 metros. Quatro anos depois, em Munique, alcançou a segunda posição nos 100 metros e, em Gotemburgo 2006, nova medalha de ouro, desta vez 4×100 metros.

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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