Christian Coleman ultrapassa novamente o recorde do Mundo dos 60 metros

O norte-americano Christian Coleman, medalha de prata nos Mundiais de Londres do ano passado nos 100 metros, “melhorou” o seu tempo mundial nos 60 metros em Pista Coberta.

 

Em Alburquerque, durante os Campeonatos dos Estados Unidos, Coleman registou 6s34, menos três centésimos do que o seu anterior “recorde mundial”, alcançado em Clemson, em janeiro último.

Todavia, a sua marca em Clemenson não foi homologada pela IAAF, já que o tempo não foi obtido com blocos de partida eletrónicos, como determina as regras da entidade que rege o Atletismo mundial. O agora novo registo mundial alcançado por Coleman aguarda assim a homologação da IAAF.

 

 

O que não resta dúvida é que o norte-americano, de 21 anos, é o principal favorito ao triunfo da distância no Mundial de Pista Coberta, em Birmingham, Inglaterra, no primeiro fim-de-semana de março.

 

«Apenas pensava em ganhar a corrida. Tenho de melhorar a minha saída. No final foi um dia especial, já que superei novamente o recorde do Mundo», afirmou Coleman.

 

Em Alburquerque, Coleman correu a eliminatória e a meia-final em 6s46 e 6s42. Na final, apenas Ronnie Baker (6s40) ameaçou o seu poder na pista.

Definitivamente, parece estar encontrado o sucessor de Usain Bolt…

 

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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