Coleman supera o recorde do Mundo dos 60 metros após 17 anos

O norte-americano Christian Coleman, medalha de prata nos 100 metros no Mundial de Londres no ano passado, superou o recorde do Mundo dos 60 metros. Parece que o sucessor de Usain Bolt foi encontrado…

 

Coleman, que tem 9s82 como melhor marca pessoal nos 100 metros, alcançou os 6s37 nos 60 metros no Clemson Invitational, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, superando o anterior registo em dois centésimos, anterior registo que sustentava Maurice Green desde 1998 (repetiu o feito em 2001).

 

 

Coleman, de 21 anos, foi mais rápido que Tevin Hester (6s57) e Warren Fraser (6s69), melhorando o seu melhor tempo na distância em oito centésimos.

Com este resultado, Coleman é desde já o principal favorito ao triunfo final do Mundial de Pista Coberta, que começa a 1 de março, em Birmingham, Inglaterra.

Recorde-se que, no Mundial de Londres do ano passado, nos 100 metros, Coleman ficou atrás de Justin Gatlin e à frente de Usain Bolt.

A evolução dos 60 metros em Pista Coberta é a seguinte:

6s37: Christian Coleman (Estados Unidos)

6.39: Maurice Greene (Estados Unidos)

6s41: Andre Cason (Estados Unidos)

6s42: Dwain Chambers (Grã-Bretanha)

6s43: Tim Harden (Estados Unidos)

6s44: Asafa Powell (Jamaica)

 

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Pedro Alves

Pedro Alves

O futebol sempre acompanhou a minha vida, assim como a natação e o voleibol. As tardes no Estádio do Maracanã, primeiro nas arquibancadas com o meu pai e depois com a “torcida” do Flamengo, são momentos que continuam a marcar as minhas recordações, principalmente a ver Zico a jogar. Em Portugal desde 1989, aos poucos o futebol e o voleibol perderam o seu espaço de prática, mas não de interesse (nesse aspeto o futebol é insubstituível, principalmente a seleção brasileira – como “doeu” os 1-7 da Alemanha… -, o Flamengo e o Barcelona). Se no Brasil a corrida era algo supérfluo, nos últimos anos acabou por ganhar a sua devida importância, primeiro como um hábito de saúde e bem-estar, depois como um desafio pessoal, concretamente terminar uma maratona, feito alcançado no Porto, em 2011. Com mais três no curriculum (duas em Lisboa e uma no Funchal), agora o objetivo é correr a primeira maratona internacional.

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